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José (hebraico: יהוסף) foi o primeiro filho de Jacó com Raquel, sua esposa preferida, e o décimo primeiro filho dele. Ele é o fundador da Tribo de José. Ele era o filho favorito de seu pai, e seus irmãos o venderam para um grupo de ismaelitas como escravo. Ele foi levado ao Egito, onde foi comprado por Potifar, comandante da guarda do faraó. Apesar da situação difícil, Deus estava com José e por isso ele finalmente se levantou para se tornar o ajudante de seu mestre.

Depois que a esposa de Potifar tentou convencer José a ter um caso com ela e ele recusou, ela o acusou de tentar violenta-la. Por causa da acusação, Potifar prendeu José. Anos depois, o faraó teve sonhos estranhos e José os interpretou com sucesso, o que levou o faraó a nomeá-lo Vizir. Quando surgiu uma fome em Canaã, os irmãos de José vieram pedir ajuda, sem perceber que ele era seu irmão. Ele então convidou sua família para se mudar para o Egito.

Etimologia[]

José recebeu seu nome, que significa "Que Ele acrescente", porque Raquel acreditava que Deus lhe daria outro filho.

Zafenate-Paneia (hebraico: צפנת פענח) significa "o homem que conhece as coisas".

Biografia[]

José viveu na terra de Canaã com dez meio-irmãos mais velhos, um irmão legítimo e pelo menos uma meia-irmã mais velha. Ele foi o primeiro filho de sua mãe e o décimo primeiro de seu pai. De todos os filhos, José foi o preferido de seu pai, que lhe deu um manto de muitas cores.[1] Quando José tinha dezessete anos, ele compartilhou dois sonhos que teve: no primeiro sonho, José e seus irmãos colhiam feixe, dos quais aqueles que seus irmãos colhiam, se curvavam aos dele. No segundo sonho, o sol (pai), a lua (mãe) e onze estrelas (irmãos) se curvaram ao próprio José.[2] Esses sonhos, implicando sua supremacia, irritaram seus irmãos e eles planejarem sua morte.[3]

Conspiração[]

Um dia, os irmãos de José estavam pastoreando os rebanhos em Siquém, então Jacó enviou José para averiguar como estavam as coisas. Quando chegou a Siquém, seu irmãos não estavam lá, então ele perguntou a um transeunte que lhe disse que eles haviam ido para Dotã.[4]

Então José foi para Dotã, e seus irmãos o viram à distância e planejaram matá-lo. Eles zombeteiramente o chamavam de sonhador e planejaram dizer que algum animal selvagem o matou.[5]

Rúben, desejando salvar José, disse-lhes para jogá-lo em um poço e não lançar mão sobre ele. Reuben disse isso enquanto planejava como resgatar Joseph e levá-lo de volta para seu pai.[6]

Sem saber das reais intenções de Rúben, os outros o obedeceram. Quando José chegou, seus irmãos despojaram-no de sua túnica de muitas cores e o jogaram em um poço vazio. Enquanto José estava preso, seus irmãos estavam comendo quando viram uma caravana de ismaelitas passando, então Judá sugeriu que eles vendessem José. Quando os mercadores chegaram, eles tiraram José do poço e seus irmãos o venderam por vinte moedas de prata. Então, com José tendo sido levado, eles tomaram sua túnica e mancharam-na com sangue de cabrito e a levaram até seu pai. Jacó teve certeza de que seu filho havia sido morto por uma fera e lamentou-o por muitos dias, e ninguém conseguiu conforta-lo.[7]

José no Egito[]

Por fim, os midianitas venderam José a Potifar, capitão da guarda do faraó.[8] Deus estava com José durante todo o período em que ele esteve na casa de Potifar. Potifar percebeu que tudo o que José fazia era abençoado por seu Deus e, devido a isso, ele pôs José sobre tudo o que ele tinha.[9]

Mais tarde, a esposa de Potifar tentou seduzir José, mas ele se recusou. Irritada por ele se recusar e ter fugido, ela fez uma falsa acusação de estupro, assim José foi enviando a prisão.[10]

Prisão e interpretação de sonhos[]

O Senhor Deus continuou com José, mostrando-lhe bondade, e José encontrou o favor do carcereiro-chefe que o encarregou de todos os prisioneiros.[11]

Algum tempo depois, o copeiro-chefe e o padeiro-chefe do Faraó foram jogados na prisão por o terem ofendido. Tendo Potifar jurisdição sobre a prisão, colocou-os sob os cuidados de José. Enquanto estavam na prisão, os dois tiveram sonhos na mesma noite, e José vendo como estavam perturbados, inquiriu-lhes sobre os sonhos.[12]

O sonho do copeiro era sobre uma videira com três ramos que brotaram e produziram uvas maduras. O copeiro pegou as uvas e as espremeu na taça do Faraó e colocou a taça em sua mão. José interpretou este sonho como o copeiro sendo restaurado a seu posto em três dias.[13] Joseph também pediu ao copeiro que se lembrasse dele depois que sua posição fosse restaurada e implorasse pela libertação da prisão. José passou a dizer ao copeiro que ele havia sido forçado à prisão e não infringiu nenhuma lei.[14]

Vendo o padeiro-mor que a interpretação era favorável, também contou sobre seu sonho: três cestos cheios de pão branco com o cesto superior tendo pães e doces que o faraó apreciava. No entanto, pássaros apareciam e comiam os pães e doces. José então explicou que os cestos também eram três dias e que no terceiro dia ele seria tirado do cárcere e pendurado na forca e sua carne seria comida pelos pássaros.[15]

Três dias depois, sendo o aniversário do Faraó, ele convocou o padeiro-mor e o copeiro-mor à sua presença e restabeleceu o copeiro a sua posição, enquanto o padeiro foi enviando à forca, assim como José previra. No entanto, o copeiro esqueceu de José e ele continuou no cárcere.[16]

Interpretando sonhos do faraó[]

Depois de mais dois anos, o faraó sonhou com dois sonhos, no primeiro sete vacas formosas e gordas saiam do Nilo, então sete vacas magras e feias também saírem do Nilo e engoliram as sete primeiras vacas. No segundo sonho sete espigas cheias cresciam do pé e depois brotaram sete espigas murchas e queimadas que então devoraram as espigas cheias. Faraó mandou chamar os sábios e os magos para que lhe interpretassem o significado. Quando nenhum deles conseguiu interpretar os sonhos, o copeiro-mor lembrou-se de José e falou como ele interpretara corretamente a seu sonho e ao do padeiro-mor. Assim, o faraó ordenou que José fosse trazido perante ele. Depois de ser barbeado e ter trocado de roupa, José apresentou-se ao faraó e sua corte.[17]

O Faraó então explicou a José que ele teve um sonho que ninguém mais poderia interpretar, mas que tinha ouvido que ele José tinha a capacidade de fazê-lo. José respondeu dizendo que não podia interpretar sonhos, mas que Deus poderia dar-lhe uma resposta. Faraó então contou a José sobre seus sonhos, e ele interpretou que as sete vacas gordas e as sete espigas cheias significavam sete anos de abundância, enquanto as sete vacas magras e as sete espigar miúdas eram sete anos de fome, uma fome tão severa que todos esqueceriam a fartura que houve antes. Ele também aconselhou o faraó que armazenasse grãos durante os anos de fartura para que eles abastecessem a terra nos sete anos de fome.[18]

Vizir[]

Vendo o faraó que o Espírito de Deus estava com José, o faraó nomeou-o Vizir, dando-lhe poder e autoridade sobre todo o Egito e seu povo. O faraó também deu-lhe um nome egípcio e lhe deu por esposa Asenate, filha de Potífera, sacerdote de Om (Heliópolis). Depois disso, José inspecionou todo o Egito e armazenou todo o excedente da produção de grãos. Tanto foi armazenado que era impossível contar, pois não havia numeração.[19]

Durante os sete anos de abundância, Asenate deu à luz dois filhos: Manassés e Efraim.[20]

Quando os anos de fome começaram, ela foi tão severa que pessoas das terras vizinhas iam até o Egito para comprar comida. Todos eram encaminhados a José, até pelo próprio faraó.[21]

Depois que toda a prata acabou, os egípcios venderam seus rebanhos e depois suas terras para o faraó, menos sacerdotes que por lei recebiam sustento do faraó. Portanto, José estabeleceu um mandato de que, como o povo estaria semeando e colhendo sementes em propriedade do governo, um quinto da produção deveria ir para o faraó.[22]

Irmãos de José[]

Dois anos depois da fome,[23] depois que José começou a vender os grãos armazenados, seus meio-irmãos foram ao Egito em busca de grãos. Mesmo passados mais de vinte anos José os reconheceu e os tratou com severidade, acusando-os de serem espiões. Depois de interroga-los, ele os prendeu por três dias. No terceiro dia, José os tirou da prisão para mandar que eles trouxessem seu irmão caçula e mostrassem a verdade de suas palavras. Os irmãos conversaram entre si falando em hebraico, refletindo sobre o mal que haviam feito a José, sem saber que vizir os entendia. Então ele mandou que enchessem seus sacos com grãos e, sem o conhecimento deles, também devolveu o dinheiro deles.[24]

Os irmãos então voltaram a Canaã e contaram a seu pai tudo o que lhes havia acontecido no Egito. Eles também descobriram que os sacos de dinheiro estavam com eles e ficaram consternados. Então informaram a Jacó que o vizir do Egito exigia que Benjamin fosse levado à sua presença para demonstrar que eles eram homens honestos. Jacó ficou muito angustiado, sentindo-se sucessivamente privado de filhos: José, Simeão e, provavelmente, Benjamin. Depois de consumirem todos os grãos que seus filhos trouxeram do Egito, Jacó mandou-lhes voltar e comprar mais. Com a persistência de Rúben e de Judá, ele deixou que Benjamin fosse com eles.[25]

Ao retornarem aos Egito, o chefe da casa de José os recebeu. Quando foram levados à casa de José, eles ficaram apreensivos com o dinheiro que fora devolvidos. Eles pensaram que era um erro de transação e seria usado contra eles. Por isso, eles imediatamente informaram ao administrador sobre o que havia acontecido. O administrador os tranquilizou, dizendo que não deveria se preocupar com o dinheiro. Quando vizir chegou, eles lhes deram os presentes mandados por seu pai. José viu Benjamin e foi dominado pela emoção, mas não a demonstrou. Ele se retirou para seus aposentos e chorou. Quando ele se recompôs, ele voltou e ordenou que a refeição fosse servida. Como os egípcios não comiam na mesma mesa que os hebreus, por ser considerado sacrilégio, foi lhes servida a refeição em outra mesa.[26]

Naquela noite, como teste final, José ordenou ao administrador da casa que carregasse os jumentos de seus irmãos com comida e com o dinheiro. Ele também ordenou que sua taça de prata fosse colocada no saco de Benjamin. Na manhã seguinte, os irmãos iniciaram a viagem de volta para Canaã. Dando-lhes uma pequena vantagem, José enviou homens para procurar sua taça. Não sabendo nada sobre ela, eles ofereceram com confiança a vida de qualquer um deles em cujo saco fosse encontrada. O administrador encontrou a taça de prata no saco de Benjamin, exatamente como havia sido plantada. Isso causou um rebuliço entre os irmãos, no entanto, eles concordaram em ser escoltados de volta. Quando o vizir os confrontou, ele exigiu que aquele que possuía a taça se tornasse seu escravo. Em resposta, Judá implorou para que Benjamin fosse autorizado a retornar a seu pai e que ele próprio fosse mantido como escravo. Vendo a sinceridade nas palavras de Judá, José começou a chorar, não mais se controlando. Então, ele mandou que os egípcios saíssem da casa e se revelou a seus irmãos. Ele chorou tão alto, que os egípcios ouviram e faraó foi alertado.[27]

Seus irmãos ficaram extáticos, sem conseguir pronunciar uma palavra. Ele os trouxe para mais perto e contou-lhes o que havia acontecido com ele e lhes disse para não temerem, pois o que eles planejaram para o mal, Deus fez com que ocorresse o bem. Então ele lhes disse que fossem e trouxessem seu pai e toda a sua família para viverem no Egito, pois ainda restavam cinco anos de fome. Assim, José forneceu-lhes carros, roupas novas, dinheiro e vinte jumentos com provisões para a viagem.[28]

Com isso, os irmãos de José partiram para Canaã. Ao chegarem, contaram a seu pai que José estava vivo e era o vizir do Egito. A princípio, Jacó não acreditou que José estivesse vivo, mas a evidência das riquezas o convenceu e ele decidiu levar sua família, servos, rebanhos e outras posses para o Egito. No entanto, quando chegaram a Berseba, ele ofereceu sacrifícios a Deus, pois ainda tinha dúvidas sobre se deveria ir para o Egito. Deus garantiu que iria com ele e que o traria de volta. Assim Jacó levou seus todos os seus descendentes para o Egito.[29]

Ao se aproximarem do território egípcio, Jacó mandou Judá à frente perguntar para José onde a caravana deveria parar. Eles foram direcionados para a província de Gósen e Joseph preparou sua carruagem para encontrar seu pai lá. Fazia mais de vinte anos desde que José viu seu pai pela última vez. Quando se encontraram, eles se abraçaram e choraram juntos por um bom tempo. Seu pai então comentou: "Agora já posso morrer, pois vi o seu rosto e sei que você ainda está vivo." [30]

Depois disso, a família de José conheceu pessoalmente o faraó do Egito. O faraó honrou sua estada e até propôs que, se houvesse homens qualificados em sua casa, eles pudessem feitos responsáveis pelo. Como o faraó tinha tanta consideração por José, praticamente tornando-o seu igual,[31] foi uma honra conhecer seu pai. Assim, Israel pôde abençoar o faraó. A família então se estabeleceu em Gósen.[32]

Bênção de Israel[]

A casa de Israel adquiriu muitos bens e multiplicou-se extraordinariamente nos anos seguintes, mesmo durante o pior dos sete anos de fome. Nessa época, quando Israel tinha 147 anos, ele adoeceu e perdeu a maior parte da visão. José foi chamado à casa de seu pai e Israel disse a José para não enterra-lo no Egito, mas sim em Canaã, junto a seus antepassados. José jurou fazer o que seu pai lhe pediu.[33]

Mais tarde, José foi a casa de seu pai levando consigo seus filhos, Manassés e Efraim. Israel declarou que eles seriam herdeiros de sua casa, como se fossem seus próprios filhos. Então Israel pôs a mão esquerda sobre a cabeça do Mannassés mais velho e a mão direita sobre a cabeça do Efraim mais novo e abençoou José. No entanto, Joseph ficou descontente porque a mão direita de seu pai não estava na cabeça de seu primogênito, então ele trocou as mãos de seu pai. Mas Israel se recusou dizendo: "Ainda assim, seu irmão mais novo será maior do que ele", uma declaração que ele fez assim como o próprio Israel foi para seu irmão primogênito Esaú. A José, ele deu uma parte a mais da propriedade cananeia do que tinha a seus outros filhos; terra pela qual lutou contra os amorreus.[34]

Então Israel chamou todos os seus filhos e profetizou suas bênçãos ou maldições para todos os doze deles em ordem de idade. A José ele declarou:

José é uma árvore frutífera, árvore frutífera à beira de uma fonte, cujos galhos passam por cima do muro. Com rancor arqueiros o atacaram, atirando-lhe flechas com hostilidade. Mas o seu arco permaneceu firme, os seus braços fortes, ágeis para atirar, pela mão do Poderoso de Jacó, pelo nome do Pastor, a Rocha de Israel, pelo Deus de seu pai, que ajuda você, o Todo-poderoso, que o abençoa com bênçãos dos altos céus, bênçãos das profundezas, bênçãos da fertilidade e da fartura. As bênçãos de seu pai são superiores às bênçãos dos montes antigos, às delícias das colinas eternas. Que todas essas bênçãos repousem sobre a cabeça de José, sobre a fronte daquele que foi separado de entre os seus irmãos.[35]

Depois de transmitir suas profecias, Israel morreu. A família, incluindo os egípcios, pranteou-o por setenta dias. José mandou embalsamar o pai, processo que durou quarenta dias. Então ele preparou uma grande viagem cerimonial para Canaã conduzindo os oficiais do faraó e os anciãos das casas de Israel além do rio Jordão. Eles pararam em Atade, onde observaram sete dias de luto. Aqui, sua lamentação foi tão grande que chamou a atenção dos cananeus ao redor, que comentaram: "Os egípcios estão celebrando uma cerimônia de luto solene." Então eles chamaram este local de Abel Mizraim. Então José sepultou Israel na caverna de Macpela, propriedade que Abraão comprou de Efrom, o hitita.[36]

Depois que seu pai morreu, os irmãos de José temeram represálias por serem os responsáveis ​​pela libertação de José no Egito como escravo. Joseph chorou enquanto eles conversavam e disse-lhes que o que havia acontecido era o propósito de Deus para salvar vidas e as vidas de sua família. Ele os confortou e seus laços foram reconciliados.[37]

Morte[]

José viveu até a idade de 110 anos, vendo os filhos de Efraim até a terceira geração. Seus irmãos haviam jurado tirar seus ossos do Egito no momento em que Deus trouxesse o povo de volta a Canaã. Por oitenta anos ele levou uma vida de serviço no Egito. Quando ele morreu, teve um funeral de estado completo, mas ao contrário de Jacó, seu corpo ficaria no Egito até depois do êxodo.

Os filhos de Israel lembraram-se de seu juramento e, quando deixaram o Egito durante o Êxodo , Moisés levou consigo os ossos de José.[38] Os ossos foram enterrados em Siquém, no terreno que Jacó comprou dos filhos de Hamor, o heveu,[39] que tem sido tradicionalmente identificado com o local da Tumba de José, antes de Jacó e toda a sua família se mudarem para o Egito. Siquém ficava na terra destinada por Josué à Tribo de Efraim, uma das tribos da Casa de José, após a conquista de Canaã.

Referências[]

  1. Gênesis 37:3
  2. Gênesis 37:5-9
  3. Gênesis 37:20
  4. Gênesis 37:12-17
  5. Gênesis 37:17-20
  6. Gênesis 37:21,22
  7. Gênesis 37:23-35
  8. Gênesis 37:36
  9. Gênesis 39:1-6
  10. Gênesis 39:7-20
  11. Gênesis 39:21-23
  12. Gênesis 40:1-8
  13. Gênesis 40:9-13
  14. Gênesis 40:14,15
  15. Gênesis 40:16-19
  16. Gênesis 40:20-23
  17. Gênesis 41:1-14
  18. Gênesis 41:15-37
  19. Gênesis 41:38-49
  20. Gênesis 50-52
  21. Gênesis 41:53-57
  22. Gênesis 47:15-24
  23. Gênesis 45:11
  24. Gênesis 42:3-25
  25. Gênesis 42:29-43:15
  26. Gênesis 43:16-34
  27. Gênesis 44:1-45:2
  28. Gênesis 45:3-23
  29. Gênesis 45:25-46:7
  30. Gênesis 46:28-30
  31. Gênesis 44:18
  32. Gênesis 47:1-12
  33. Gênesis 47:27-31
  34. Gênesis 48:1-22
  35. Gênesis 49:22-26
  36. Gênesis 49:33–50:14
  37. Gênesis 50:15–21
  38. Êxodo 13:19
  39. Josué 24:32
Filhos de Jacó por mulher e ordem de nascimento
Lia Rúben (1)  •  Simeão (2)  •  Levi (3)  •  Judá (4)  •  Issacar (9)  •  Zebulom (10)  •  Diná (11)
Raquel José (12)  •  Benjamin (13)
Bila (5)  •  Naftali (6)
Zilpa Gade (70  •  Aser (8)
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